Home Data de criação : 08/03/23 Última atualização : 11/10/17 11:55 / 12 Artigos publicados

Episódio 12: Quem é Polsky?  (Episódios) escrito em sexta 18 fevereiro 2011 17:24

Michael acordou bem cedo, lavou o rosto e foi à delegacia. Shane, que estava de plantão naquele dia e se surpreendeu em ver seu amigo ali tão cedo.

Antes mesmo que Michael pudesse cobrar o favor de Shane, este o chamou para tomar café na "Crivor Burgers". Michael aceitou o convite, afinal também tinha que investigar sobre a pessoa que havia ido procurá-lo na lanchonete de Rose. Ele só inverteria a ordem de seu programa do dia.

Rose estava no balcão desta vez e estava muito atarefada, uma atendente estava de férias e a outra estava doente e por isso estava trabalhando em triplo.

Michael e Shane sentaram-se no balcão e pediram o "de sempre" (bacon com ovos e fritas). Durante o café Shane agradeceu e elogiou Michael pelo caso que ele resolvera no dia anterior. "Ainda há sangue investigativo correndo em suas veias Machenzi" disse Shane "Você não perdeu o faro", completou.

Quando Rose veio trazer o café dos dois policiais, parabenizou Michael pela descoberta do assassino da prostituta. Todos os policiais daquele distrito já sabiam do que tinha acontecido e era comentário em todas as lanchonetes e delegacias de Los Angeles. "Michael está de volta com a corda toda", brincou Rose.

Shane comeu tudo rapidamente, pois tinha um monte de relatórios para fazer e mais um monte para revisar, a corregedoria iria visitar a delegacia no dia seguinte e tudo estava uma loucura. "Quando terminar de tomar seu café, pode ir lá checar seu banco de dados! Promessa feita é promessa cumprida" disse Shane.

Michael ainda queria ter com Rose uma conversa sobre o tal homem que fora procurá-lo. A Rose inocentemente deu o endereço de Susan e Lauren pensando estar ajudando, mas pelo ao contrário prejudicou, caso a desconfiança de Michael fosse verdade.

Após servir uns trinta bacons com ovos e donuts Rose sentou-se ao lado de Michael e ambos relembraram alguns momentos importantes de Michael como detetive, estuprador de garotinhas loirinhas, seqüestros relâmpagos, roubo das Caixas eletrônicas de uma igreja, assassinato em série e a morte do amigo de Grey.

Michael se distraiu que até se esquecera do motivo de ter ficado ali com Rose que só lembrou quando Rose pediu licença, pois tinha de servir o almoço.

Michael rapidamente perguntou à Rose sobre o tal homem que fora procurá-lo na lanchonete, mas ela não se lembrara de muita coisa só que: o homem estava de terno e que ele perguntara por onde andava o famoso detetive Machenzi; ela havia ficado impressionada com a pergunta daquele homem, afinal, já havia se passado oito anos desde o sumiço de Michael e foi quando ele perguntou onde poderia encontrá-lo e ela deu o endereço de Susan.

Lembrava-se também que quando passava por trás do tal homem, ele falava ao telefone com um tal de Thomas Polsky.

Com isso Michael tinha agora um suspeito Thomas Polsky. Talvez se ele encontrasse esse homem ele poderia saber quem fora procurar por ele na "Crivor Burguers". Mas antes de mais nada ele precisava saber quem era Polsky.

Escrito por: Daniela Amorim

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Episódio 11: A segunda tarefa  (Episódios) escrito em sábado 20 novembro 2010 08:15

Machenzi ficou ali parado em frente ao hotel Jango tomando coragem para entrar mais uma vez naquele lugar. Ele iria receber mais uma tarefa e estava com medo do que poderia ser.

Na primeira tarefa ele deveria matar um homem, entretanto, não cumprira integralmente, pois de propósito errou o alvo e só atirou no ombro da pessoa a qual deveria matar. Dessa vez ele não poderia não cumprir a prova, sua filha havia sido violentada por causa disso.

Michael saiu do carro e voltou ao quarto número 50 daquele hotel. Fideli também havia ido àquele quarto para pegar as regras do jogo. Michael pegou o pacote que estava em cima da cama e meio temeroso o abriu.

A segunda tarefa era invadir os dados da polícia e descobrir onde estava preso Thomas Mcgohan. Michael já tinha ouvido falar desse homem; ele era um deputado que tinha sido condenado a prisão perpétua por ter roubado o governo. Durante muito tempo o rosto desse homem ficou estampado nos jornais e na televisão.

Depois de descobrir onde estava preso Thomas Mcgohan, Michael deveria invadir o sistema policial para pegar todas as informações sobre o presídio onde Thomas estava, desde a planta à funcionários. Essa tarefa não seria difícil para Michael cumprir afinal poderia pedir ao Shane para ele acessar tal banco de dados. Dentro do pacote também havia um palm top onde Michael deveria colocar todas as informações e enviar para um e-mail que estava nos contatos do palm.

Michael resolveu ficar naquele quarto de hotel mais um pouco, deitou na cama e respirou aliviado; pelo menos dessa vez não iria matar ninguém. Pensou que alguém daquele hotel deve ter visto quem reservou aquele quarto para ele, e se entrara alguém com algum pacote na mão.

Resolveu, então, falar com a recepcionista do hotel, que nada esclareceu. Ela disse que haviam ligado para lá e reservado o quarto para Michael.

"Eu não perguntei o nome de quem reservou por que não é costume fazermos isso", disse a recepcionista. Quanto a alguém entrar com um pacote na mão a recepcionista também não pôde dizer muita coisa. "Entra muita gente aqui! Tem muita gente que vem com caixas, pois não têm onde morar e como o valor da diária aqui é baixa, acabam morando aqui por um tempo!"

Michael lembrou do que Rose havia lhe falado, alguém tinha ido procurar ele na "crivor Burguers" e essa pessoa parecia segurança de gente importante. Se realmente parecia segurança, a pessoa que foi procurar ele devia estar de terno. A recepcionista não lembrava de ninguém de terno que havia ido no hotel com um pacote, mas prometeu ligar para Michael se lembrasse de algo.

Michael deu seu telefone a mulher e pediu para ela não contar a ninguém sobre o que haviam conversado. A mulher disse que guardaria segredo e mais uma vez disse que ligaria caso lembrasse de algo.

Michael saiu daquele hotel direto para a delegacia e a ter com Shane pediu para acessar o banco de dados. Shane o permitiu que acessasse os dados com uma condição, que Michael o ajudasse a investigar um assassinato que havia acontecido na noite passada, se Michael o ajudasse, ele poderia acessar os dados até da CIA, brincou Shane.

Michael precisava cumprir a tarefa e por isso aceitou ajudar Shane.

Michael e Shane foram para a cena do crime, um hotel parecido com o hotel Jango, lugar onde só iam prostitutas e pessoas que não tinham onde morar. A mulher que havia sido assassinada era uma prostituta e a tese de Shane era que algum cliente não queria pagar pelo serviço.

Michael vasculhou tudo ao redor e ignorou o corpo nu que estava estendido na cama. Shane não entendeu, afinal o quarto era como qualquer outro quarto de hotel, uma cama ao centro, dois criados mudos, uma pequena poltrona e uma cômoda com um espelho em cima. Ninguém do hotel pôde ver quem entrou com a vitima.

Michael minuciosamente olhou para o espelho e pode ver atrás de si o corpo da mulher em cima da cama. Perguntou ao Shane se aquela mulher tinha namorado e que podia ser ele o suspeito do assassinato. Shane não entendeu afinal ela era uma prostituta e como tal era muito difícil ter namorado.

Após umas investigações com os amigos da vitima, conseguiram localizar o namorado da vitima que confessara o crime. Ele não sabia que ela era prostituta e quando descobriu decidiu ser o último cliente dela e a matou. Todos na delegacia ficaram super impressionados com a desenvoltura de Michael em resolver o caso, apesar de 8 anos longe de tudo o que envolvesse investigação.

A ida à cena do crime e o interrogatório do namorado da vitima, tomaram tempo demais do Michael. Ele nem percebera, mas o dia já tinha chegado ao fim e ele não havia comido nada a não ser donauts e café que um "policial entregador" tinha trazido para ele.

Michael, então, decidiu voltar a casa de sua ex-mulher e cumprir a 2ª tarefa no dia seguinte, bem como ir a "Crivor Burguer's" investigar mais sobre a pessoa que foi procurá-lo lá e que agora era o seu principal suspeito.

Escrito por: Daniela Amorim

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Episódio 10: A morte de Grey  (Episódios) escrito em sábado 12 dezembro 2009 13:39

Enquanto Michael dirigia até aquele hotel, lembrava de como foi  toda a investigação sobre a morte de seu amigo.

Michael lembrava que no dia da morte de Grey iria ter o jogo dos LAKERS e Los Angeles estava uma loucura, afinal era final de campeonato e os LAKERS iriam enfrentar os favoritos para ganhar o campeonato.

Machenzi e Grey tinham efetuado duas prisões naquele dia, um homem que espancou a mulher e uma prostituta que havia roubado um cliente. Quase no final do expediente, os dois amigos foram fazer uma ronda pela cidade. Grey falava que queria se aposentar, já estava a mais de 20 anos nas ruas prendendo vagabundos, ele queria descanso; estava planejando ir para Yowa e abrir uma loja de pesca; ele só iria resolver algumas coisas e então partiria para lá.

Enquanto conversavam, receberam um chamado. Tinha um louco querendo pular de um prédio, pois sua namorada havia terminado com ele. Já haviam policiais no local, Machenzi e Grey só deveriam controlar a multidão que se aglomerava no local.

Grey, sempre respondeu a todos os chamados de imediato, sempre era o primeiro a chegar no local do crime; era conhecido como "senhor chegada". Mas dessa vez Michael o convenceu a passar primeiro na Rose e comprar uns brownies e tomar um café. "Você já é o senhor chegada Grey!", disse Michael ao amigo, "Você já pode ser o segundo a chegar!". Grey riu e foram pra Rose. Rose nessa época ficava no balcão, namorava um marinheiro e sonhava em abrir seu próprio restaurante. Michael não demorou muito na "Crivor Burguers", disse um olá rápido pra Rose depois de pegar o que havia comprado. Quando saia da lanchonete tomando um gole de café, viu Fideli do outro lado da rua apontando a arma para seu amigo e atirar. O olhar de Grey antes de morrer atordoava Michael durante todos esses 8 anos.

Michael jogou tudo no chão,pegou sua arma e saiu correndo atrás de Fideli. Correu entre os carros, pulou cercas, invadiu um mercado de onde saiu pelos fundos até que conseguiu encurralar Fideli num beco. Fideli largara a arma no chão e chorando pedia desculpas a Michael. Michael apontara a arma pra Fideli enquanto este se ajoelhava ao chão. A todo momento Fideli dizia atordoado, que era a última prova, "minha família e eu estamos livres agora!". Michael não pensou duas vezes e matou Fideli ali mesmo. Ele havia perdido seu amigo nas mãos de um maluco, e tudo tinha sido sua culpa; por que eles não atenderam logo o chamado? Grey era o senhor chegada, eles deveriam ter sido os primeiros a chegarem!

Michael participou de toda a investigação sobre Fideli, só não teve acesso a todas as informações, pois o caso foi investigado pelo FBI. No fim de tudo foi constatado que Fideli havia enlouquecido após matar a própria família no porão de sua casa, o qual ele tinha vedado contra som usando caixas de ovos.

Fideli havia matado 4 pessoas contando com o amigo de Michael e mais sua família. E nenhuma dessas pessoas tinham ligação uma com a outra ou com qualquer outra pessoa ou coisa. Conclui o inquérito que Fideli havia escolhido as pessoas aleatoriamente; ele matava as pessoas pensando que poderia trazer sua mulher e suas três filhas de volta, por isso ele teria dito "Minha família e eu estamos livres agora!" Ele matou 4 pessoas, uma para cada filha (Fideli tinha três filhas) e mulher.

Michael depois disso foi algumas vezes ao psicológo que constatou que ele não estava bem, tudo o que acontecera com seu amigo havia o tramautizado. Ele havia se tornado uma pessoa agressiva e ao mesmo tempo isolada. Michael não poderia mais ser policial, no rosto de todos que prendia ele via o rosto de Fideli.

Depois da aposentadoria Michael resolveu ir para o Texas e ficar longe de tudo, inclusive de sua pequena Lauren e de sua mulher. Ele quis a separação, o motivo era não querer fazer mal a ninguém, inclusive a Suzy. Suzy aceitou, mesmo amando Michael, ela sabia que ele precisava ficar sozinho por um tempo. Suzy continuou a vida e a pouco tempo estava namorando um cara muito importante, como dizia Lauren ao telefone.  O namorado de Suzy andava até com segurança! Michael não quis saber detalhes sobre o  novo relacionamento de sua ex-mulher, ele ainda gostava dela e não queria sofrer e por isso pediu pra Lauren não falar sobre esse assunto.

Michael parou em frente ao hotel "Jango" e percebeu que nessa viagem ao passado ele havia encontrado mais pistas:

1- Quem era o namorado de Suzy?

2- Será que Lauren e Suzy estavam no porão de casa?

3- Ele só teria de matar 2 pessoas para fazer acreditar que os assassinatos que ele cometeria era para compensar o assassinato de sua ex-mulher e sua filha?

4- E as outras três provas, quais seriam?

 

Escrito por: Daniela Amorim

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Episódio 9: Ouça a voz de Lauren  (Episódios) escrito em segunda 12 outubro 2009 07:10

Michael não acreditara no que fizera. Voltou para casa de Lauren e Suzy e ficou apreensivo andando de um lado para o outro com a arma na mão.

Seu celular tocou. Era o número de Lauren. Michael então, atendeu.

-Alô

- Michael, Michael - um homem do outro lado da linha respondeu- Você não cumpriu a tarefa!

-Como eu não cumpri. Eu atirei naquele homem. Eu atirei!

- Mais ele ainda está vivo. Ligue a Tv!

                Michael ligou desseperado a TV no noticiário. Dizia que Fabricio Tostinni havia sofrido um  atentado, e que seria submetido a uma cirurgia de urgência para tirar a bala que havia ficado alojada em seu ombro; o noticiário dizia também que Tostinni tinha tido sorte em ainda estar vivo, pois por poucos centímetros a bala não atingira seu coração.

Michael desligou a TV e voltou-se ao telefone.

- Eu atirei para matá-lo, mas eu errei! Eu errei!

- Não Michael, você não atirou para matá-lo. Você errou de propósito. Agora sua filhinha vai sofrer um pouquinho só porque você não fez conforme tudo conforme eu tinha dito pra você fazer.

Ao fundo da ligação Michael podia ouvir os gritos de Lauren.

- Parece que você não está acreditando em tudo isso né Michael?

- Um vídeo pode ser falsificado, mas a doce voz de minha filha não. - disse Michael

O homem deu uma pequena risada e respondeu:

- Então Michael, Ouça a voz de Lauren, enquanto eu a acaricio.

Do outro lado da linha Michael pôde ouvir a voz de Lauren dizendo papai. Era realmente Lauren. Apesar de tanto tempo Lauren ainda tinha aquela doce voz de quando pedia à ele para levá-la ao parque.

- Não toque na minha filha seu louco. - gritou Michael

- Ela está tão linda, você devia vê-la agora!

- Não toque nela! Não toque!

Michael só conseguia ouvir os gritos de Lauren e os tapas que o homem dava nela. Michael sabia o que  aquele homem estava fazendo; ele estava estuprando sua filha e Michael estava de mãos atadas. Neste momento se sentiu culpado por não estar perto de Lauren e Suzy nesses 8 anos.

-Largue minha filha!!!

Poucos minutos depois, o homem voltou a falar com Michael.

- Parece que você vai ser vovô!!!

O homem desligou o telefone sem que Michael pudesse falar nada. Michael em desespero sentou-se no sofá e ficou batendo com a mão na cabeça. A sua pequena Lauren tinha sido violentada e ele não pôde defendê-la.

Recebeu, então, uma mensagem em seu celular. A mensagem mandava Michael ir novamente ao hotel "Jango", no quarto nº 50, onde tinha pego as indicações da primeira prova, só que dessa vez ele iria receber a segunda prova.

Michael levantou apressadamente do sofá, pegou as chaves do carro para ir o mais rápido possível àquele hotel. Agora mais do que nunca acreditara que Suzy e Lauren estavam em perigo, agora mais do que nunca deveria fazer tudo o que aquele psicopata mandava.

 

Escrito por: Daniela Amorim

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Episódio 8: A primeira tarefa é executada  (Episódios) escrito em sexta 02 outubro 2009 13:24

Michael pegou o diário e começou a folheá-lo. Estava tudo muito confuso. Fideli havia investigado a vida de cada pessoa que matara, inclusive a vida do amigo de Michael. Todos os homens que Fideli matara tinham uma família. "No desespero de salvar a própria família, Fideli destruira 5 famílias", pensara Michael.

No diário havia a descrição de cada prova que Fideli cumprira. Michael não conseguiu ler até o final, acabou adormecendo na escrivaninha em cima de toda aquela papelada.

Amanhecera e já era o dia da primeira tarefa ser executada. Michael teria que matar um homem de uns 70 anos de idade, no sábado, às 11 horas, no restaurante "Paris", onde o tal homem almoçaria.

Michael deveria passar com o carro e atirar no velho, com somente uma bala. Michael estava muito confuso não sabia se mataria aquele homem ou não.

Michael resolveu ir até o restaurante para dar uma olhada no local. E disfarçadamente conseguiu ver que um tal de Fabricio Tostinni havia reservado uma mesa na área externa do restaurante, para às 11 horas. Devia ser este homem que Michael deveria matar.

Michael voltou para dentro do carro, conferiu a arma para ver se estava carregada e olhou mais uma vez para a foto do homem o qual deveria executar.

Às 11 horas em ponto, um carro parou em frente ao restaurante e de dentro dele saiu o homem da foto.

Pela leitura labial, Michael pode ver que o metré disse "Bem-vindo Sr. Tostinni". O tal homem se acomodou na mesa reservada e enquanto olhava o cardápio Michael pegou a arma mirou na cabeça dele e hesitou. Não poderia fazer aquilo, tirar a vida de alguém!

Michael só tinha uma bala. Mirou novamente no sujeito, pensou em Lauren e Suzy, e atirou. Todos que estavam no local correram assustados sem perceber que Tostinni caira no chão. Michael pisou fundo no acelerador e fugiu.

Estava desesperado. O que ele acabara de fazer? O importante é que a primeira tarefa tinha sido executada, pelo menos era isso que o seqüestrador deveria pensar.

Escrito por: Daniela Amorim

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